Reabilitação Urbana em Portugal - Entrevista de Diogo Abecasis ao Público Imobiliário

Reabilitação Urbana em Portugal - Entrevista de Diogo Abecasis ao Público Imobiliário

Diogo Guerra Abecasis, Co-founder e Managing Partner da MAP Engenharia, foi entrevistado pelo Público Imobiliário sobre a Reabilitação Urbana em Portugal, onde fala sobre a sua relevância para a MAP, bem como para o sector da Construção e do Imobiliário.

De acordo com Diogo Abecasis, a Reabilitação Urbana continua a ter um peso muito relevante no volume de negócios da MAP, mas assiste-se a uma redução gradual face a anos anteriores, devido à diversificação do investimento dos promotores imobiliários para outras áreas fora dos grandes centros urbanos e para outros sectores de atividade, despoletada por fatores como o tempo excessivo de aprovação dos processos de licenciamento.

Atualmente, a percentagem do número de obras de reabilitação da MAP versus construção nova é de 50% - 50%, mas considerando que os projetos de construção nova são em geral de maior envergadura, em termos de volume de negócios, estamos perante uma diferença de cerca de 30% -70% a favor da construção nova.

No que diz respeito aos sectores de atividade, verifica-se uma aposta forte no residencial (para a classe média e de luxo), logística, turístico, escritórios e também no sector da Educação.

Diogo Abecasis reforça ainda que “a Reabilitação Urbana vai continuar a ter um papel muito importante no sector da Construção e do Imobiliário, pois ainda existe muito trabalho por fazer e as cidades estão em constante mudança. Os centros urbanos vão ter sempre um papel fundamental na dinâmica e vivência das cidades, mantendo um enorme interesse e procura por parte de quem nos visita, dos residentes, e naturalmente dos investidores e promotores imobiliários.”

A MAP conta com uma carteira contratada de aproximadamente 80 milhões de euros e prevê fechar 2022 com um volume de negócios superior a 40 milhões de euros, consolidando a posição no mercado da construção de edifícios, mantendo a trajetória de crescimento contínuo e sustentado.

Leia a entrevista completa no Público Imobiliário.